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RAZÕES DE RECORRIDO CANCELAMENTO CARTÃO E PREJUÍZO AO AUTOR

EXM
RECORRENTE: BANCO REAL ABN AMRO

R A Z Õ E S D E R E C O R R I D O

EGRÉGIA TURMA RECURSAL,

DATA MÁXIMA VÊNIA, não merece provimento o presente Recurso da Recorrente, pois, descabida sua fundamentação, vez que o recorrido não possui qualquer dívida junto a Recorrente, senão vejamos:

A Recorrente confessa claramente em seu recurso, que realmente procedeu o cancelamento do cartão de crédito do Recorrido bem como o de débito em conta, fato este que causou enorme constrangimento e vergonha ao recorrido quando tentou efetuar o pagamento de suas compras em um estabelecimento comercial no Norte Shoping. Isso restou provado nos autos as fls. 11/14, que mostra cobrança de tarifa da Recorrente que supostamente, mantém o cartão ativo, ledo engano, pois, a Recorrente entende que só tem o direito de cobrar tarifas, mas pode fazer o que quiser com as contas dos seus correntistas, que por certo, entendem não ter qualquer responsabilidade pelos danos causados a estes.

Acreditamos, s.m.j. por terem certeza da impunidade, mas devem entender que ainda se faz JUSTIÇA neste País, pois, o Recorrido confia plenamente no julgamento dos julgadores desta Egrégia Turma Recursal, que após o reexame das Razões de Recorrido apresentadas, irá julgar improvido a Recurso da Recorrente.

A Recorrente usa os artifícios jurídicos como veneno para tentar induzir a erro esta Colenda Turma, que não irá permitir tamanha e vergonhosa insensatez, sob a legação de que o decisum delimita a pretensão do pedido, sendo certo que o recorrido fez apenas um pedido de condenação em danos morais que ao que parece, entende ser devido.

No entanto, o pífio o valor da condenação não teve o condão de reparar o evento danoso de quem comprometeu de forma tão covarde a imagem do consumidor, sem qualquer comunicação previa, devendo portanto, ser aumentado para um valor mais justo, para tentar de alguma forma causar uma certa satisfação ao prejudicado minimizando a dor sofrida no momento da reparação, e que entende não ser justo o valor imputado a Recorrente, que tenta se furtar de reparar o dano causado, mesmo depois de confessar que lhe facultava tal cancelamento, o que é um absurdo..

Iminente Relator, PASMEM, O Recorrido não possui qualquer dívida junta a instituição da Recorrente, que faz alegações de que foi condenada a quitar débito que sequer existe, tomando precioso tempo desta Colenda Turma para julgar um pedido ao qual a Recorrente não tem que indenizar.

Por outro lado, entende o Recorrido que a D. Sentença não repara o dano causado sendo por si só, insuficiente pois, o valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), é extremamente baixo para que cobra com veemência do consumidor taxas e serviços extremamente elevados, para na hora de reparar um dano, se depara com uma Sentença tão benevolente, por este motivo requer a esta Colenda Turma, que seja as presentes Razões de Recorrido acolhidas e para no bojo reformar a D.Sentença para R$ 4500,00 (quatro mil e quinhentos reais), por entender ser este o valor mais justo para minimizar a dor, a vergonha e o vexame passado pela conduta reprovável da Recorrente.

CONCLUSÃO

Diante das Razões apresentadas, e tudo o mais que possa ser dito, requer o Recorrido, a esta Colenda Turma Recursal, a reforma da R.Sentença que condenou a Recorrente no valor de R$ 800,00 (oitocentos reais) para pagar ao Recorrido o valor de R$ 4.500,00 (Quatro mil e quinhentos reais), corrigidos até a monetariamente a partir da data da Sentença, Por entender ser este um valor mais justo, ou ainda um valor que esta Colenda Turma entender como mais justo, por ultimo, requer a esta Egrégia Turma a condenação da Recorrente ao pagamento de custas processuais e honorários advocatícios, fixados em 20% (dez por cento) sobre o valor da condenação.

Por ser esta uma medida da mais lidma e salutar JUSTIÇA.

Termos em que,
E. deferimento.

Rio de Janeiro,

Além disso, verifique

PET. EXEC. LIBERAÇÃO ARRESTO

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 20ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. Proc. nº 92.001.089797-3 …

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